Tamanho é documento. O pênis na economia.

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Por Odair Deters

O assunto é no mínimo delicado, mas não posso deixar de abordá-lo com um viés econômico. Já ouvi muito, da mulherada por aí, que homem que se cerca de “coisas grandes”, é pra compensar o tamanho do pênis que é pequeno, assim desfilam com grandes caminhonetes, lanchas… Ou seja, outros meios de satisfazer a mulherada, muito embora pode ocorrer uma decepção por parte delas quando na hora “h”, descobrem que fora a opulência dos bens, lá dentro, não tem uma “latinha de Red Bull”.

Porém quero discorrer aqui sobre um estudo, a princípio sério, desenvolvido na Finlândia. Que comprova que tamanho é documento, ou seja, que tamanho importa sim. Não necessariamente de forma positiva.

A economia ás vezes passeia por locais cabulosos, e um destes passeios é o fato de criar uma relação entre o tamanho médio do pênis de uma nação com a sua renda. Isso mesmo, qual o padrão de renda, em escala nacional, de quem é mais avantajado lá em baixo?

E o resultado é no mínimo intrigante, pois observou-se que o quanto maior o pênis de uma população, menor é o seu crescimento econômico.

Vamos mexer os pauzinhos para tentar explicar: Dentre os dados analisados, foram encontradas algumas evidências de que em um mesmo período em que se percebe que um país possua uma média peniana menor, ele obtem um crescimento econômico maior do que os países em que os cidadãos são mais bem dotados. Basicamente o estudo identificou que se a média peniana de um país cresce 1 cm o crescimento econômico baixa por volta de 5%.

Na imagem deste post, pode se acompanhar um gráfico do momento em que começaram os estudos [1985]. O gráfico representa a relação crescimento econômico x tamanho do documento, mostrando que o tamanho “ideal” seria por volta de 14 cm, mensuração na qual colocaria o país no topo da curva nessa relação. [Essa curva, para os mais entendidos, seria similar a relação poupança e consumo de Solow – U-Shaped invertida].

E podemos tirar com este estudo a seguinte suposição: Confiança. Portanto os sujeitos que tem um “instrumento” menor, por consequência, tem uma autoestima menor, e por tal motivo, precisam compensar essa “depressãozinha” com alguma outra coisa, no caso do estudo aí, crescendo economicamente.

Agora, olhem bem alguns dos países citados no estudo. Possivelmente você também identificou onde se concentram os países africanos. Será que por isso eles são menos desenvolvidos que os países dos demais continentes?